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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Morador de Coxim morre após ser atacado por enxame de abelhas em Sonora




Roberto Luiz Carrasco, de 65 anos, morreu por volta de 16h25 desta quinta-feira (04) após ser atacado por um enxame de abelhas as margens da BR-163, no município de Sonora.Segundo informações Roberto trabalhava numa empresa terceirizada da concessionária que administra a rodovia e realizava o serviço de limpeza nas margens da BR-163 num trecho próximo a Sonora, num determinando momento bateu sem ver numa caixa de abelha africana e recebeu inúmeras picadas.
Além da vítima, outras quatro pessoas teriam ficado feridas na situação por conta do ataque das abelhas.


Roberto foi encaminhado ao Hospital Rachid Saldanha Derz, de Sonora, mas não resistiu as toxinas injetadas pelas abelhas e morreu. O corpo da vítima foi translado para o IML (Instituto Médico Legal) de Coxim e liberado para a família realizar o velório que acontece na capela da Pax São Marcos.

As abelhas africanas São muito mais agressivas que suas irmãs europeias. As africanas atacam em número maior e em apenas 30 segundos são capazes de injetar oito vezes mais toxinas em suas pobres vítimas. “Durante milhares de anos, por influência do meio ambiente, as características genéticas e comportamentais das abelhas africanas foram se diferenciando das europeias, que são muito mais mansas e fáceis de domesticar”, afirma o biólogo Osmar Malaspina, do Centro de Estudos de Insetos Sociais da Universidade Estadual Paulista (UNESP).

Acredita-se que o modo agressivo como os nativos africanos retiravam o mel, ateando fogo nas colônias, teria provocado a formação de um espírito tão guerreiro na espécie. Assim, as abelhas africanas ficaram tão preparadas para a autodefesa que percebem vibrações no ar a 30 metros de distância e já se sentem ameaçadas quando alguém chega a menos de 15 metros da colmeia. Quando atacam, podem perseguir sua vítima por mais de 1 quilômetro.De tão perigosas, passaram a ser conhecidas em todo o mundo como abelhas assassinas.

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